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Significado e Simbologia das Mandaslas

Mandala é um termo sânscrito que significa ‘círculo sagrado’ ou ‘círculo mágico’.

Em termos simbólicos, a mandala representa o cosmos e a sua origem é provavelmente tão antiga como o próprio cosmos – ele próprio circular.

Associada sobretudo às religiões budista e hinduísta, a mandala faz, no entanto, parte de todas as civilizações e de todas as culturas e tem como função celebrar a impermanência da vida, sempre em mudança constante…

Por isso, na realização de uma mandala, o processo é a chave. Muito mais do que o resultado,  é o processo – um processo simbólico de construção de equilíbrio e harmonia – que dá sentido e movimento à mandala. É ao longo do tempo em que estamos a realizá-la que podemos harmonizar conflitos e equilibrar emoções, descobrindo o ponto fixo que marca o nosso centro e definindo os espaços e as distâncias das periferias que o circundam.

Ou seja, poder-se-ia dizer que a mandala é a forma da própria vida, do crescimento a partir de um ponto nutritivo que proporciona energia ao conjunto. É a imagem do constante ir e vir entre o interior e o exterior, do movimento vital de todo o ser, que oscila entre a expansão e a volta ao centro para encontrar nele a fonte. É a força centrífuga, que estimula a criança a explorar seu próprio “eu”, e a força centrípeta, que devolve ao adulto a introspecção.
Foto
Inês  de  Barros  Baptista   – Nota Biogáfica

Nasceu  em  Lisboa,  em  Setembro  de  1966.

Aos 16 anos, publicou o seu primeiro livro, ‘O dia e a menina fada’, que foi Prémio Revelação de Literatura Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian.

Licenciou-se  em  Línguas  e  Literaturas  Modernas,  pela  Faculdade  de  Letras  da  Universidade  Clássica  de  Lisboa e, entre 1986 e 1992, trabalhou  como  copywriter  em  várias  agências  de  publicidade, entre as quais JWT, Lintas e FCB.

No início de 1993, deixou as agências e a publicidade para se dedicar ao jornalismo. Trabalhou no jornal O Semanário, onde foi editora da Cultura e, em finais de 1994, depois de ter tido a sua primeira filha, ingressou na revista PAIS&Filhos, como chefe de redacção.

Em  1999, assumiu o cargo de direcção dessa mesma revista, cargo que ocupou até  2007.

Entre 2007 e 2009, foi  colaboradora  da  revista  Pública.  Escreveu  e  publicou,  entre  2007  e  2015,  dez  livros,  entre  os  quais  o  best seller  ‘Morrer  é  só  não  ser  visto’  :  um  livro  onde  compilou  testemunhos  verdadeiramente  inspiradores  sobre  a  morte  e  sobre  o  luto,  incluindo o seu próprio, e que já vendeu mais de 50 mil exemplares.

É ainda  autora de Pede um desejo (livro infantil que faz parte do Plano Nacional de Leitura), Os dias da luz (uma compilação dos editoriais que escreveu para a PAIS&Filhos) , O Cromossoma do Amor (feito em parceria com Bibá Pitta) e Mães como nós (ficção), entre outros.

O seu último livro  Mandalas  e  Haikus,  para  colorir  e  meditar  é  um  livro  muito  diferente de todos os que fez até hoje, mas é também um livro  que  vem consistência  e continuidade a  todo  o  trabalho  que tem vindo a desenvolver em torno das mandalas e da sua simbologia.

A Mandal’arte, criada em 2010, começou por ser simplesmente  uma  página no Facebook, onde publicava imagens das mandalas que realizava, sobretudo no meio da natureza.

Actualmente, a Mandal’arte presta  serviços  na  área  da  decoração  de  eventos,  com  a  elaboração  de  mandalas  feitas  apenas  com  elementos  naturais;  dinamiza  a  construção  de  mandalas  colectivas  em  mercados,  jardins  e outros espaços públicos; realiza workshops de mandalas naturais (teve,  ao  longo  de  2013,  uma  parceria  com  o  Jardim  Botânico  da  Ajuda) e workshops de mandalas astrológicas, onde a astrologia é vista à luz da expressão plástica e onde cada participante é convidado a criar a sua mandala astrológica.

É mãe da Francisca, do Lucas, da Madalena e da Luísa.

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